A possível chegada de Rodrigo Pastana ao cargo de executivo de futebol do Paysandu tem gerado forte repercussão entre torcedores e profissionais do futebol brasileiro. O nome do dirigente, que passou por clubes como Figueirense, CSA, Coritiba e Guarani, voltou aos holofotes após uma série de denúncias e desabafos viralizarem nas redes sociais.

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Em áudios compartilhados em grupos de treinadores e amplamente repercutidos por influenciadores, Pastana é chamado de “pilantra”, “vagabundo” e acusado de envolvimento com empresários em esquemas que prejudicam clubes e profissionais sérios da bola. As declarações apontam para uma reputação bastante questionável do executivo, que não teria deixado saudades por onde passou.
Um dos trechos mais duros dos áudios diz:
“Eu não trabalho com vagabundo, com pilantra, com sem-vergonha. Esse cara é um mal pro futebol. Já tive problema com ele em dois clubes diferentes e conheço vários colegas que também passaram por isso.”
A revolta também se estende aos torcedores do Paysandu, que cobram mais critério da diretoria alviceleste na escolha do novo executivo. Após a saída de Felipe Albuquerque — outro nome polêmico e muito criticado pela torcida — a expectativa era de uma mudança positiva e de bastidores mais transparentes. No entanto, a especulação em torno de Pastana acendeu um alerta entre os bicolores.
Enquanto o time se prepara para decidir o título do Campeonato Paraense contra o Remo e tenta sair da má fase na Série B, a pressão fora de campo aumenta. A Fiel Bicolor, que sempre esteve ao lado do clube nos momentos mais difíceis, cobra profissionalismo, seriedade e respeito à história do Paysandu.
A pergunta que fica entre os torcedores é direta: será que, depois de tantos problemas, o Paysandu vai mesmo apostar em mais um nome cercado de polêmicas?



