O Paysandu vive dias de turbulência dentro e fora de campo. Em meio a uma campanha fraca na Série B e após o empate frustrante diante do Volta Redonda, um debate ganhou força entre os torcedores e bastidores do clube: há ingerência na escalação do time? E até onde vai a responsabilidade da diretoria nas escolhas do elenco?
O vídeo completo que você confere ao final desta matéria traz uma análise profunda sobre o momento do Papão. A discussão começa com uma crítica à possível influência de dirigentes na escalação do time, algo que teria gerado ruídos dentro do clube. O executivo Felipe Albuquerque, recentemente desligado, é citado como alguém que, segundo bastidores, teria peso nas decisões técnicas — algo que dividiu opiniões entre torcedores.
Com a permanência de Luizinho Lopes no comando técnico, a expectativa agora é de mais autonomia nas decisões táticas e nas escolhas dos titulares. O treinador, que já demonstrou competência ao conquistar a Copa Verde, precisa encontrar soluções urgentes para os problemas de campo, mas enfrenta limitações causadas por um elenco considerado mal montado.
A má formação do grupo é outro ponto destacado: há excesso de jogadores em certas posições e ausência em outras, como no setor de criação. O resultado disso é um time sem alternativas no banco e que, em campo, demonstra falta de estratégia e intensidade, como ficou evidente no jogo contra o Volta Redonda — uma equipe considerada tecnicamente inferior, mas que mostrou mais organização.
A falta de efetividade do Paysandu foi gritante: nenhuma finalização direta ao gol durante a partida. Fica o alerta de que o problema vai além das quatro linhas, e que somente com mudanças estruturais e planejamento mais criterioso o clube poderá buscar uma virada nesta temporada.
Confira o vídeo do Paysandu
Assista ao vídeo completo abaixo e acompanhe a análise sobre os bastidores, as escolhas da diretoria e o desempenho técnico do time.



