Paysandu encara o maior rival neste sábado (21), às 18h30, no Mangueirão, tentando dar início à reação na Série B. Re-PA 779
Neste sábado (21), Belém vai parar para mais uma edição (RE-PA 799) do maior clássico da Região Norte – e o mais disputado do planeta: Remo x Paysandu, o famoso Re-Pa. O duelo, válido pela 13ª rodada da Série B do Brasileirão, acontece no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão, a partir das 18h30 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo no Disney+.

Apesar do momento delicado na tabela, o Papão da Curuzu entra em campo com a missão de virar a chave. Lanterna da competição com apenas 7 pontos em 12 jogos, o Paysandu precisa mais do que nunca de uma atuação de raça e superação para reacender a confiança do torcedor.
Experiência em campo e pressão fora dele
Sob o comando de Claudinei Oliveira, o time bicolor aposta na liderança de nomes como Thiago Heleno, que faz seu primeiro Re-Pa, e Matheus Vargas, peça importante no meio-campo. A semana foi de treinos intensos e concentração total no clássico, que pode marcar o início de uma virada histórica do Papão na Série B.
“Sabemos o que representa esse jogo. Não é só por pontos, é por honra, por camisa e pela nossa torcida. Vamos lutar com tudo que temos”, disse Claudinei.
Rival em alta, mas pressão é para os dois lados
Do outro lado, o Remo chega em melhor momento, ocupando a parte de cima da tabela com 20 pontos e flertando com o G-4. Comandado pelo técnico português António Oliveira, o Leão aposta na regularidade do meio-campo e na velocidade de Pedro Rocha, confirmado como titular no setor ofensivo.
Apesar da vantagem na tabela, o clássico não tem favorito. A tensão nas arquibancadas e a rivalidade centenária deixam tudo imprevisível. E em campo, a garra costuma falar mais alto.
Mais que três pontos: é a alma bicolor em jogo
Mesmo que a vitória não tire o Paysandu da zona de rebaixamento nesta rodada, vencer o maior rival pode mudar completamente o astral da equipe e reacender a chama da Fiel. Um Re-Pa pode não salvar uma temporada, mas pode dar o empurrão que faltava para a reviravolta.
Clássico é guerra, é paixão e é história. E hoje, mais do que nunca, é hora de acreditar no Papão.
