Paysandu x Ferroviária na Curuzu!
A segunda-feira promete ser de fortes emoções na Curuzu. Em duelo válido pela 14ª rodada da Série B, o Paysandu recebe a Ferroviária nesta noite (30), às 19h, e entra em campo com um único objetivo: deixar a lanterna da competição e reforçar o bom momento vivido nas últimas rodadas.
Embalado pelas vitórias contra Botafogo-SP e Remo, o Papão reencontrou a confiança da torcida e tenta transformar esse embalo em mais três pontos diante de um estádio que promete estar completamente lotado. Os mais de 16 mil ingressos colocados à venda devem se esgotar até a hora da partida, reforçando o papel da Fiel Bicolor como um 12º jogador.
Apesar da última colocação na tabela, com 10 pontos, o time comandado por Claudinei Oliveira vem apresentando evolução dentro de campo. As últimas atuações, marcadas por entrega e equilíbrio, reacenderam a esperança de dias melhores — e um resultado positivo nesta noite pode representar o ponto de virada para a campanha bicolor.
Adversário perigoso
A Ferroviária, por sua vez, também chega motivada após vencer o CRB e subir para a 13ª posição, com 18 pontos. A equipe paulista busca pontuar fora de casa para se afastar da zona de perigo, mas terá que superar o ambiente hostil da Curuzu, onde a torcida promete transformar o estádio em um verdadeiro inferno para os visitantes.
Mudança de postura
O Paysandu passou a maior parte do campeonato afundado nas últimas posições — figurando na lanterna em 12 das 13 rodadas até aqui. Mas, com a chegada de Claudinei Oliveira, o time mostrou uma mudança visível de postura: mais compacto defensivamente, mais eficiente nas finalizações e, acima de tudo, mais competitivo.
“É continuar acreditando. Cada jogo é uma final. A torcida está com a gente, e isso faz muita diferença”, comentou o zagueiro Genilson em entrevista recente.
Hora de recomeçar
A noite desta segunda-feira pode marcar mais do que uma simples vitória. Pode simbolizar o renascimento do Paysandu na Série B. Um novo ciclo, baseado na luta, na união entre time e arquibancada, e na esperança de que ainda há tempo para mudar a história.
