Presidente Roger Aguilera admite erros, promete transparência e foca em reorganizar o clube dentro e fora de campo para recolocar o Papão no caminho das vitórias
O Paysandu vive um dos momentos mais delicados de sua história recente. Após a derrota por 3 a 2 para o Clube do Remo, com um gol sofrido nos acréscimos no clássico da última terça-feira (14), no Mangueirão, o Papão praticamente selou seu destino na Série B de 2025. Mesmo com uma boa atuação ofensiva, o time não conseguiu transformar as chances em gols e segue na lanterna da competição.
Em entrevista, o presidente Roger Aguilera reconheceu a gravidade da situação e destacou que o foco agora é aceitar o momento e preparar o clube para um novo ciclo.
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R$49,90 - APROVEITAR OFERTA“Temos que lutar até o fim, mas também começar o planejamento de 2026. O futebol é dinâmico e não podemos perder tempo. É hora de repensar e reconstruir”, afirmou.
O dirigente admitiu erros na montagem do elenco e mencionou as dificuldades financeiras enfrentadas desde o início da temporada.
“Tivemos um elenco reduzido, problemas financeiros, e isso pesou. A torcida está sentindo dor, e eu sinto junto com eles. Foi um ano difícil, precisamos reorganizar tudo”, completou.
Com 99,61% de chances de rebaixamento, segundo o Departamento de Matemática da UFMG, o Paysandu já começa a projetar o futuro. Aguilera garantiu que a prioridade será ajustar as contas e restabelecer a credibilidade do clube.
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R$61,99 - APROVEITAR OFERTA“Vamos soltar um balanço e mostrar o que foi gasto. O custo operacional do clube é alto e perdemos receitas pelo desempenho dentro de campo. Precisamos reorganizar a parte financeira para planejar com tranquilidade 2026 e colocar o Paysandu onde ele merece estar.”
Mesmo em meio à crise, a torcida deu mais uma demonstração de amor ao clube: 18.609 torcedores estiveram no Mangueirão apoiando o time. Aguilera agradeceu e ressaltou o comprometimento do grupo.
“A torcida foi gigante, mesmo com o momento difícil. Tivemos posse de bola, finalizamos, mas pecamos na hora de decidir. Essa dor tem que servir de motivação para um novo começo.”
O Paysandu ainda tem seis jogos pela frente na Série B, mas o olhar já está voltado para 2026 — um ano que promete ser de reconstrução, mudanças e recomeço no clube bicolor.