O Paysandu conquistou uma importante vitória fora das quatro linhas. A Justiça do Trabalho rejeitou a ação movida pelo atacante argentino Benjamín Borasi, que buscava o reconhecimento de direitos trabalhistas relacionados ao período em que atuou pelo clube bicolor. Com a decisão, o Papão fica livre de uma cobrança que poderia gerar impacto financeiro em meio ao processo de reorganização das contas do clube.

Borasi chegou ao Paysandu em julho de 2024 e rapidamente conquistou espaço no elenco, tornando-se uma das peças mais utilizadas pela equipe. No entanto, sua passagem também foi marcada por polêmicas nos bastidores, especialmente após sua saída inesperada em 2025, quando negociações para permanência estavam avançadas e a diretoria acreditava na continuidade do jogador.
A decisão judicial representa um alívio para os cofres bicolores, que nos últimos anos precisaram lidar com diversas demandas trabalhistas envolvendo ex-atletas e profissionais do futebol. O resultado fortalece a posição jurídica do clube em um momento de reestruturação financeira e administrativa.
Enquanto o caso chega a um desfecho favorável ao Paysandu, a torcida segue focada nos desafios dentro de campo, onde o clube busca manter o protagonismo nas competições da temporada e seguir acumulando conquistas para a sua galeria de títulos.
A defesa do Paysandu foi conduzida pelos advogados Bruno Castro, Mateus Araújo e Andrey Pereira. Entre os argumentos apresentados, os representantes do clube também destacaram o deferimento da recuperação judicial da instituição, ressaltando que eventuais execuções patrimoniais devem observar as regras previstas na Lei nº 11.101/2005 e a competência do juízo universal da recuperação.



