Atos em frente à sede social pedem mudanças no processo eleitoral e maior transparência da diretoria
A noite de terça-feira (30) foi marcada por tensão no Paysandu Sport Club. Centenas de torcedores se reuniram em frente à sede social, na avenida Nazaré, em Belém, em um ato de protesto contra a gestão do presidente Roger Aguilera. O grupo exibiu faixas, cartazes e chegou a fechar parte da via, cobrando renúncia da atual diretoria, transparência financeira e mudanças no modelo eleitoral do clube.
O principal alvo da manifestação foi a forma como o processo político é conduzido dentro do Paysandu. Hoje, apenas os sócios-proprietários têm direito a voto nas eleições presidenciais, enquanto os sócios-torcedores – que representam a maior fatia da receita do clube – ficam sem voz nas decisões internas.
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R$49,90 - APROVEITAR OFERTA“Aqui tem pai de família que paga seu sócio todos os meses, e o dinheiro vai embora sem resultado dentro de campo. Cadê o elenco competitivo? Cadê a transparência?”, desabafou uma torcedora durante o ato.
As críticas também atingiram nomes ligados à política interna do clube, como o ex-presidente Maurício Ettinger, aliado da atual gestão, e conselheiros presentes na reunião do Condel, entre eles Antônio Couceiro.
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R$61,99 - APROVEITAR OFERTAO sócio e ex-diretor de futebol Frederico Carvalho, um dos líderes do movimento, cobrou uma postura mais firme do Conselho Deliberativo:
“Vocês não fazem nada, ficam olhando um para a cara do outro. Queremos prestação de contas. Vocês se escondem atrás de bandeiras. Quero ver se o senhor Antônio Couceiro encara a torcida aqui fora.”
A mobilização reflete o clima de crise vivido pelo Paysandu, que enfrenta dificuldades financeiras, turbulências políticas e o risco de rebaixamento para a Série C. A pressão popular pela renovação no comando promete crescer nos próximos dias, à medida que aumenta a insatisfação da Fiel.