Suspenso por acúmulo de cartões, camisa 5 obriga comissão técnica a reformular o meio-campo para encarar a Ferroviária
A vitória no clássico contra o Remo trouxe alívio, mas também problemas. O técnico Claudinei Oliveira terá um desafio importante pela frente: reorganizar a estrutura do meio-campo do Paysandu sem o volante Leandro Vilela, suspenso pelo terceiro cartão amarelo consecutivo.
Vilela vinha sendo peça central na engrenagem defensiva bicolor. Forte nos desarmes, líder natural dentro de campo e combativo como exige a Série B, o camisa 5 se tornou rapidamente titular absoluto. Sua ausência, portanto, não é apenas uma troca de nomes: é uma mudança que afeta o sistema tático do time.
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R$49,90 - APROVEITAR OFERTAOpções no elenco e possíveis cenários
Sem Vilela, Claudinei terá que optar entre a experiência de André Lima, que conhece bem a posição, ou apostar em uma das caras novas: Anderson Leite e Wendell, recém-chegados e ainda em processo de adaptação ao estilo de jogo do Papão.
Além disso, existe a possibilidade de mudar o desenho tático da equipe, deixando de lado o 4-1-4-1 habitual e testando um esquema com dois volantes mais posicionais. Isso poderia liberar um meia mais ofensivo.
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R$61,99 - APROVEITAR OFERTAPerda que vai além da técnica
Vilela é, hoje, um dos jogadores mais regulares do Paysandu, mesmo com a quantidade excessiva de cartões. Sua entrega contagia, sua leitura de jogo protege a defesa e seu posicionamento tem dado equilíbrio ao time. A comissão técnica sabe que, sem ele, o Papão perde intensidade na marcação e poder de reação nas transições.
Por isso, o duelo contra a Ferroviária-SP, na próxima segunda-feira (30), na Curuzu, será um verdadeiro teste de resistência para o elenco alviceleste. A missão de Claudinei será não apenas substituir Vilela, mas encontrar uma nova forma de manter a consistência e o espírito de luta que a equipe demonstrou no clássico Re-Pa.